 |
 |
 |
 |
 |
Praticando a comunicação sustentável |
|
 |
Desde 2002 muito se fala sobre responsabilidade |
|
 |
social (RSE). O assunto entrou na agenda pública e |
|
 |
passou a ser comentado por toda a imprensa. A partir |
|
 |
daí, as empresas com ações nesse sentido resolveram |
|
|
 |
| divulgar seus projetos com o objetivo de mostrar seu papel responsável. Mas será que é essa a mensagem que as companhias estão conseguindo passar? |
O consumidor sabe, de fato, diferenciar RSE de propaganda. Segundo pesquisa da Market Analysis, 75% dos consumidores têm interesse em conhecer mais sobre o engajamento das companhias, porém, 58% dizem não acreditar que sejam divulgadas com |
|
|
honestidade. Isso mostra que para consolidar a marca com a comunicação de RSE é necessário planejamento. Indo mais além, é imprescindível que a missão da empresa vá ao encontro dessas ações.
Um conjunto de relacionamentos, onde todas as partes ganham, favorece a sustentabilidade. Se houver equilíbrio, os clientes internos e externos farão o papel de divulgadores. A comunicação deve basear-se no cumprimento das promessas. A tendência em sustentabilidade é de que cada vez mais as empresas serão o que se falam dela e menos o que elas falam sobre si.
|
|
|
 |
 |
 |
A publicação Info Corporate, da Editora Abril, anunciou algumas mudanças. A revista, agora bimestral, será produzida pela redação da Info Exame, dirigida por Sandra Carvalho. Na “dança das cadeiras”, Kátia Militello despede-se da publicação enquanto o Murilo Ohl transfere-se para a Você S/A.
A partir desse mês, a editora Globo produzirá as revistas do Compre Bem, rede de supermercados do Grupo Pão de Açúcar. As publicações foram redesenhadas com base em pesquisa realizada pela empresa, que tem como foco a mulher batalhadora. A tiragem prevista é de 1,5 milhão de exemplares por mês.
|
|
 |
 |
Imagem e reputação nunca estiveram tão em foco como nos tempos atuais. Com a globalização e, conseqüentemente, a quebra de fronteiras econômicas, as organizações se depararam com uma nova realidade, onde as empresas têm de se expor cada vez mais perante o consumidor, em nome da ética, da transparência e da governança corporativa. E dentro desse cenário, os executivos precisam estar bem preparados para levar a mensagem certa, na hora certa e no lugar certo aos diversos públicos por meio da imprensa.
Para dominar a arte de lidar com a imprensa é preciso investir constantemente em treinamento. Apenas endereçar as famosas mensagens-chave durante uma entrevista não basta. É necessário conhecer como funcionam os bastidores dos diferentes meios de comunicação – jornal, revista, TV, rádio, blogs, websites – e trabalhar o seu discurso de acordo com as peculiaridades de cada veículo, tirando o melhor proveito na divulgação de sua marca e produtos.
Dados de mercado já demonstram que as empresas têm olhado com mais atenção para a capacitação de porta-vozes. Segundo indicadores levantados pela Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) em 2007, o media training aparece entre os serviços mais contratados pelas companhias. Por outro lado, apesar do espaço conquistado, capacitação ainda fica longe das prioridades de muitas organizações que não enxergam a comunicação de seus executivos como item estratégico no plano de negócios.
Diante do ritmo frenético com que as notícias circulam em tempo real, em uma fração de segundo companhias podem ser levadas ao topo ou ser massacradas pela mídia, dependendo da declaração de um porta-voz. Por isso, em se tratando de comunicação, o velho ditado “é melhor prevenir do que remediar” ainda é a melhor recomendação.
Claudia Fuji
Diretora de atendimento da
S2 Comunicação Integrada |
|